MERCADO

Três grupos controlam 47% dos agroquímicos da Argentina


Na Argentina, o mercado de agroquímicos indica que três grupos têm uma participação de mercado de 47,4%, estão distribuídos com 18,4% para a Bayer-Monsanto com US $ 463 milhões, 17,1% para a Chemchina (Syngenta / Adama) com US $ 430 milhões e 11,9% para a Corteva (Dow-Dupont) com US $ 300 milhões. Foi isso que informou Maria Paula Lezaun do AgroPages.

“Há quase um total de 20 empresas para atender às demandas dos agricultores. O tamanho do mercado permanece estável, com vendas médias em torno de US$ 2.400 milhões, mostrando uma tendência crescente”, comenta ela.

Além disso, a combinação Bayer-Monsanto apresenta algumas oportunidades em aspectos estratégicos e operacionais no mercado, uma vez que consolidaram uma série de produtos fitofarmacêuticos de primeira linha, posição dominante no mercado de milho, liderança em eventos biotecnológicos e vantagem no uso de grande volume de dados, afirma. “Durante o 1º semestre de 2019, o consumo de insumos para a produção agrícola – agroquímicos e fertilizantes – cresceu quase 30% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse crescimento foi alinhado ao aumento das áreas plantadas de milho e trigo e ao uso de novas ferramentas tecnológicas pelos agricultores. O trigo atingiu uma produção recorde e continuou seu crescimento pela quarta temporada”, completa.

“Para o mercado de proteção fitossanitária em 2018, o produtor procurou comprar herbicidas e outros insumos mais perto do momento do uso e com ajuda financeira, devido ao fato de ter enfrentado uma situação complicada decorrente da grave seca naquele ano. Em 2019, por outro lado, devido à boa temporada, as compras foram mais antecipadas e, principalmente, com a modalidade de troca de grãos”, conclui.

Fonte: Agrolink, 06/08/2020

Fonte da imagem: Imagem de Santiago Manosalva por Pixabay

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