MERCADO

Mercado brasileiro é principal demanda na produção mundial de diquat


Com a proibição do paraquat no Brasil a partir de 22 de setembro de 2020, o diquat se tornou o principal substituto na seca, dessa forma, as importações do Brasil cresceram rapidamente, de 3.475 toneladas em 2019 para 4.940 toneladas em 2020, um aumento ano a ano que chegou a 42%. Em 2021, o volume de importação do Brasil aumentou ainda mais, para 9.843 toneladas, um aumento de 550% em comparação com a demanda média do mercado nos últimos 10 anos. Olhando para os dois primeiros meses de 2022, a quantidade do defensivo importada no Brasil atingiu 2.705 toneladas, que é o maior nível da história para o mesmo período.

Os principais fornecedores de diquat na China atualmente são: Red Sun, Yongnong Bio e Shandong Luba, com capacidade total de produção de cerca de 50.000 toneladas.

Antes de 2017, as empresas chinesas não eram registradas no Brasil e o diquat no mercado vinha basicamente da Syngenta. Desde 2018, a oferta da China para o Brasil aumentou gradativamente e, até 2021, subiu para 5.800 toneladas (quantidade de cátions), superando a da Syngenta.

Atualmente, a capacidade de produção chinesa de diquat ainda está aumentando rapidamente. De acordo com relatórios relevantes, a Red Sun construirá uma capacidade de produção de 15.000 toneladas/ano ainda em 2022.

 

Fonte: AgroPages – Leonardo Gottems, 30/05/2022

Fonte da Imagem: Pixabay

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